Ala 01 / 03
Produto
Websites e programas
São Luís, Brasil · aberto a projetos globais
Designer de produtos, marcas e sistemas criativos.
Transformo problemas complexos em identidades, interfaces e experiências em movimento, do conceito ao produto funcional, com design, motion, 3D e IA.
Ala 01 / 03
Websites e programas
Ala 02 / 03
Marcas e peças gráficas
Ala 03 / 03
Direção, motion e 3D
ProdutoIA
Minha mãe cozinha e vende comida caseira por conta própria, entrega no local de cada cliente e recebe por transferência instantânea. O controle disso vivia no papel, e a pergunta que ela mais fazia era quem ainda estava devendo. Desenhei um produto que responde isso em um toque, com dashboard que separa recebido de pendente, cadastro de produtos e clientes, venda registrada em poucos passos e recibo pronto para mensageria. O aplicativo é instalável no celular, com escala grande e linguagem de dona de negócio no lugar da linguagem de sistema financeiro.

O app é de uso individual por decisão de escopo: uma pessoa por instalação, sem equipe, sem papéis e sem convites, porque a operação real é exatamente assim.
O cliente nunca entra no sistema. Ele aparece como cadastro e recebe o recibo pronto por mensageria, o que mantém tudo dimensionado para uma única mão operando no celular.
O fiado é a dor central, então ganhou lugar fixo na tela: o painel separa total geral, valor recebido e valor pendente, em vez de somar tudo em um número que engana. A conta de cabeça virou subtotal e total calculados a cada item adicionado.
Cobrar era a parte mais desconfortável, e o recibo já sai com a chave de pagamento embutida e o pedido de comprovante escrito. Perder o caderno significava perder tudo, então cada cliente tem histórico permanente, com os itens de cada pedido e campo de observação.
Não houve roteiro formal de entrevista aqui, e dizer isso com clareza faz parte do case: o levantamento veio de conversa e de observação continuada de como ela já resolvia cada coisa no papel, com cada entrega voltando ao uso real antes da próxima decisão de escopo.
A especificação, em contrapartida, ficou formal, com seis módulos escritos em duas camadas espelhadas de front e back, mais um índice com glossário dos conceitos compartilhados e as regras de contexto cruzado.
1. Preço congelado na venda: o valor unitário é copiado do produto no registro e não muda depois, o que mantém o faturamento antigo íntegro.
2. Na especificação, fiado em aberto ignora o filtro de período, para manter dívida antiga visível; a presença dessa regra no build segue em validação.
3. Fiado é forma de pagamento comum, com aviso antes de salvar, e cria a venda já pendente, sem contorno possível.
4. Pago é irreversível, e cancelada também: só uma venda pendente muda de estado.
5. Excluir um cliente não apaga as vendas dele, que passam a existir como avulsas.
6. Produto com venda associada só pode ser desativado: sai da busca de novas vendas e continua no histórico.
7. Cliente é opcional na venda, e a data vem como hoje mas aceita edição, para quando ela lança a semana toda no domingo.
A tarefa mais frequente ficou a um toque: quitar um fiado acontece no próprio badge da lista, e ver os itens de um pedido expande o card no lugar. A escala é grande de propósito, com valor principal em corpo bem alto e alvo de toque generoso.
O fluxo de venda nunca a joga para outra tela, porque cadastrar cliente ou produto acontece dentro do próprio campo de busca. A linguagem é de dona de negócio, com quantidade em stepper de mais e menos, e depois de salvar uma tela dedicada traz o resumo, a prévia do recibo e o botão de compartilhar.
O resultado é um aplicativo instalável no celular que transforma uma rotina real de vendas em algo consultável, com o fiado visível e o histórico preservado.
Esse é o tipo de produto que se corrige na semana seguinte, então o próximo passo é seguir observando o uso para reduzir o esforço das tarefas do dia a dia.
ProdutoIA
Escritório de advocacia é um negócio em que o esquecimento cobra caro: um prazo preclusivo perdido gera prejuízo que não volta atrás, e esse risco costuma ficar espalhado entre planilha de prazos, agenda, mensageria e um sistema separado para o financeiro. Modelei o domínio a partir dessa fragmentação e estruturei uma plataforma que reúne jurídico, comercial, atendimento e financeiro em uma linguagem compartilhada, com objetos conectados e a visão que o trabalho de cada módulo pede. Prazo em risco, honorário e permissão por módulo entraram como estrutura do produto.

A primeira decisão de produto foi transformar risco processual em número visível: cada prazo carrega um valor em risco, e o painel do escritório soma esse valor para mostrar quanto está em jogo naquele momento.
Honorário, na mesma leitura, deixou de ser um campo só. O sistema rastreia quatro naturezas, valor contratado, valor no êxito, valor sucumbencial e valor da causa, porque na prática são quatro conversas diferentes com o cliente.
Os papéis são administrador, advogado, financeiro, atendente e usuário. O papel define o alcance geral, e uma segunda camada trabalha por módulo, com visualizar, editar e excluir independentes.
A escolha estrutural é a negação por padrão, porque em produto que guarda informação sigilosa de cliente o silêncio precisa fechar a porta.
Os dois painéis ficaram separados por regra explícita de escopo: o pessoal mostra apenas o trabalho de quem está logado, e o do escritório mostra receita, despesa e balanço do negócio inteiro.
O jurídico é o coração: processos, tarefas, prazos preclusivos, audiências, clientes, parceiros e comunicação interna, com o detalhe do processo aberto em dez abas, da visão geral e da movimentação até honorários, partes e financeiro.
Prazos ganharam módulo próprio, com métricas de atrasado, vencendo hoje e próximos sete dias, e um botão que gera itens na caixa de entrada dos responsáveis pelos prazos em risco.
Cada módulo recebeu a visão que o trabalho dele pede: kanban nas tarefas, pipeline de leads no comercial, tickets com tempo médio de resposta no atendimento e transações, recebíveis, dívidas, contas e patrimônio no financeiro.
O sistema visual foi documentado antes das telas, com o racional escrito: modo escuro como padrão porque advogado passa horas seguidas na tela, violeta elétrico como acento por ser cor pouco usada no setor, e Inter em toda a interface, com monoespaçada só em número de processo e documento.
O manual registra também o que foi recusado e por quê, de neumorfismo a Material clássico, o que evita que a discussão volte do zero seis meses depois. O princípio mais operante é que o status fala mais alto que o texto, então todo badge usa par de fundo e texto, com cor sempre acompanhada de peso ou ícone.
O catálogo emergiu das telas: as vinte e sete telas foram especificadas primeiro, e os quinze componentes principais apareceram por recorrência, cada um com a frequência de uso registrada.
1. Toda listagem segue o mesmo padrão em quatro blocos, métricas, ações, abas de status e tabela, repetido em cerca de vinte telas.
2. A exceção é deliberada e está justificada: atendimentos usa lista de cards, porque ali o conteúdo de cada item importa mais que a comparação entre linhas.
3. O menu de ação da linha aparece só no hover, e a ação destrutiva fica isolada por separador, em vermelho, longe do clique acidental.
4. Existe uma regra antideriva declarada: nenhuma cor de status nova, nunca duas no mesmo elemento, e vermelho reservado para urgência e erro.
5. As regras de negócio protegem o histórico: prazo perdido não se edita, processo encerrado fica somente leitura, e processo com vínculo não pode ser removido.
6. Registrar o recebimento de um recebível gera a transação de receita automaticamente, e recebível vencido muda de estado sozinho.
7. Toda alteração gera log de auditoria e toda exclusão é lógica, como fundação transversal dos cinco módulos.
Um sistema jurídico guarda dado protegido por sigilo profissional e por LGPD ao mesmo tempo: nome de parte, número de processo, valor de causa e honorário contratado.
As telas desta página são capturas do sistema real rodando com dados de demonstração: nenhum nome, número de processo ou valor corresponde a caso real.
A mesma disciplina orientou a especificação: vocabulário que ainda precisava de confirmação ficou marcado como pendente em vez de virar taxonomia inventada.
O resultado é uma plataforma prototipada com cinco módulos que compartilham linguagem, componentes e infraestrutura de permissão, documentada em especificações de tela, de domínio e de design system que se referenciam entre si.
O próximo passo é entrar com um módulo novo para confirmar se a arquitetura de objetos conectados se sustenta sem retrabalho estrutural. É esse teste que separa um sistema de um conjunto de telas parecidas.
BrandProdutoIA
Uma empresa de tecnologia para governo e operações B2B precisava de uma identidade que comunicasse confiança sem soar burocrática, e de um sistema de produto que traduzisse essa promessa em interfaces consistentes. Concebi a identidade e estruturei o Design System como um assunto só: território verbal e tom de voz, construção do símbolo, um azul aberto em dez degraus, três famílias tipográficas com papel declarado e as aplicações da marca. Do manual para o produto, o sistema virou token em três camadas, componentes documentados, padrões de tela e a governança que decide o que entra.

Marca e interface foram tratadas como um assunto só desde a primeira decisão, para que o sistema de produto herdasse a promessa do brandbook em lugar de reinterpretá-la a cada tela nova.
O brandbook começa pelo território verbal: essência, missão, visão, posicionamento e tom de voz vêm antes de qualquer decisão de forma.
O tom ficou em cinco atributos, clara, confiável, institucional, tecnológica e parceira, que depois orientaram o texto institucional e também os rótulos e as mensagens dentro dos produtos.
O símbolo nasce de um grid de traçado documentado, com nós, diagonais e eixos de alinhamento, o que permite redesenhar a marca no futuro sem depender da memória de quem a desenhou.
Cada versão foi definida junto com o fundo em que pode aparecer, seis combinações para o símbolo e quatro para o logotipo horizontal, com respiro e tamanho mínimo no mesmo capítulo.
O azul da marca abre em dez degraus, cada um com hexadecimal, RGB e nome de token: o mesmo degrau que aparece no manual é o que a interface chama por nome na folha de estilo.
O azul institucional carrega a assinatura da marca, e os degraus vizinhos resolvem contraste de texto, estado de componente e superfície dentro das telas.
Red Hat Display para cabeçalho, Inter para corpo de texto e Red Hat Mono para legenda e dado técnico, cada família com um papel escrito, o que reduz decisão discricionária ao montar uma tela nova.
As três têm licença aberta, largura confortável em densidade alta e numeral tabular, o que importa em sistema que exibe valor, protocolo e data em tabela.
As aplicações fecham o manual em suportes de limites bem diferentes: perfil social em tema claro e escuro, papelaria, vestuário e mochila, cada um testando o tamanho reduzido, a impressão em tecido ou o recorte contra fundo colorido.
A prancha de papelaria entrou em recorte, porque a metade original trazia cartão de visita com nome, telefone e endereço legíveis.
Do manual para o produto, o token vem em três camadas: o primitivo guarda o valor bruto, o semântico diz para que serve e o de componente amarra o uso em um lugar específico, o que permite trocar um tom sem caçar valor solto pelas telas.
Sobre essa base ficaram documentados os componentes, os padrões de tela e os templates, com densidade, navegação por teclado, foco, estado vazio e estado de erro desde o começo, porque é neles que a pessoa passa o dia.
Minha atuação cobriu a estratégia e os fundamentos da marca, o sistema de logo, cor, tipografia e aplicações, as foundations e os tokens, a documentação de componentes e a governança que decide o que entra no sistema.
Um Design System nunca fica pronto, e o próximo passo é ampliar a cobertura de componentes e aprofundar a documentação de acessibilidade conforme novos módulos entram em produção.
O indicador que eu observaria é a frequência com que uma equipe cria um valor fora do sistema para resolver uma tela: cada vez que isso acontece, existe um componente faltando.
Brand
A Inside Lab pedia uma marca com cara de laboratório, aberta ao experimento e estável o bastante para ser reconhecida em qualquer suporte. Construí o símbolo em contorno aberto, com traço de espessura constante, sobre uma paleta de quatro cores que a própria marca batizou de The Colors of Innovation. As aplicações foram conferidas suporte por suporte, do grafite em muro ao perfil social, porque é no ambiente urbano que a marca perde detalhe primeiro.

O símbolo foi construído em contorno aberto, com traço de espessura constante, para segurar tanto o tamanho grande do ambiente urbano quanto o tamanho pequeno do digital.
A paleta reúne laranja, azul turquesa, azul profundo e vermelho sob o título que a própria marca deu ao conjunto, The Colors of Innovation. Cada cor tem fundo previsto e par de contraste definido, o que libera a aplicação sobre tinta, textura e fotografia.
O mesmo símbolo aparece pintado em muro, impresso em grande formato e reduzido no perfil social, com a leitura conferida suporte por suporte, porque é no ambiente urbano que a marca perde detalhe primeiro.
As demais peças da identidade estão publicadas na galeria do projeto.
A marca apresentada pertence ao cliente. O trabalho mostrado é de direção de arte e design.
Brand
A Bem Saúde trabalha com medicina integrada e precisava de uma marca que comunicasse cuidado clínico com temperatura humana. A cruz arredondada reúne saúde, terapia e empatia em uma forma só, com cantos suaves que tiram a rigidez do repertório médico tradicional. A paleta define um azul institucional e um turquesa de apoio, com referência Pantone para impressão, e um padrão gráfico dá continuidade visual entre papelaria clínica, sinalização de rua e bordado em tecido.

O padrão gráfico entrou desde o começo como elemento de sistema, para dar continuidade visual entre peças de tamanhos muito diferentes.
Saúde, terapia e empatia são os três conceitos que a clínica queria comunicar, e a cruz arredondada reúne os três em uma forma só, com cantos suaves que tiram a rigidez do repertório médico tradicional.
A paleta define um azul institucional e um turquesa de apoio, cada um com referência Pantone para impressão e escala de tons para uso digital.
Papelaria clínica, sinalização de rua e bordado em tecido têm limites de reprodução bem distintos, e foi o bordado que definiu o tamanho mínimo do símbolo, porque nele o traço engrossa e a contraforma fecha primeiro.
As demais peças da identidade estão publicadas na galeria do projeto.
A marca apresentada pertence ao cliente. O trabalho mostrado é de direção de arte e design.
Brand
O VITA Center trabalha com vitalidade e desempenho físico, e a marca precisava carregar essa energia com repertório próprio, longe do previsível visual de academia. O logotipo usa tipografia condensada e inclinada, que sugere movimento e ocupa pouca largura em aplicação estreita. O sistema fecha com três famílias tipográficas hierarquizadas e uma paleta de verde, amarelo, preto e branco, testada em superfície pequena, em superfície curva e sobre fundo escuro.

O logotipo usa tipografia condensada e inclinada, que sugere movimento e ainda ocupa pouca largura em aplicação estreita.
Três famílias dividem título, texto e apoio, o que mantém a voz da marca reconhecível em peça longa e em peça curta.
A paleta fecha em verde, amarelo, preto e branco, com referência Pantone para impressão: o verde carrega a marca, e os demais tons sustentam contraste e leitura.
A papelaria e a coqueteleira preta colocam a marca em área reduzida e em superfície curva, onde a tipografia condensada precisa de respiro, e a versão sobre fundo escuro virou a aplicação principal do dia a dia.
As demais peças da identidade estão publicadas na galeria do projeto.
A marca apresentada pertence ao cliente. O trabalho mostrado é de direção de arte e design.
Brand
Todo rebranding começa por decidir o que permanece. No Saus, o trabalho foi separar o que já funcionava como sinal de reconhecimento do que tinha envelhecido no sistema visual, com revisão do símbolo, da tipografia e das aplicações principais da marca. A galeria com as peças está publicada no Behance.

O escopo cobriu a revisão do símbolo, da tipografia e das aplicações principais, preservando os sinais que o público já usava para identificar a marca.
A marca nova nasce de uma malha com eixos a 60 graus e se desdobra em três versões responsivas, cada uma com o próprio contexto de uso.
Roxo e verde neon sobre o escuro dão a energia de esports; a tipografia de display e o pattern geométrico derivado do triângulo carregam a identidade para qualquer formato.
O sistema fecha nas telas do canal: overlays de chat, contagem regressiva e os quadros de intervalo da transmissão.
As peças do rebranding estão publicadas na galeria do projeto.
A marca apresentada pertence ao cliente. O trabalho mostrado é de direção de arte e design.
BrandProduto
Uma seleção de projetos web de setores bem diferentes, reunida pelo método antes do estilo: definir hierarquia, resolver a leitura em tela estreita e só então tratar acabamento visual. A peça em destaque é o site do VITA Center, que mostra um sistema de marca já traduzido em interface, com a tipografia condensada da identidade funcionando em bloco de conteúdo.

A ordem de trabalho é a mesma em todos: hierarquia primeiro, leitura em tela estreita depois, acabamento visual no fim.
O site do VITA Center abre a seleção porque mostra a tipografia condensada da identidade funcionando em bloco de conteúdo.
Os demais projetos web da seleção estão publicados na galeria do Behance.
As marcas apresentadas pertencem aos respectivos clientes. O trabalho mostrado é de direção de arte e design de interface.
BroadcastBrand
Um campeonato de League of Legends chega ao público sobre arte de jogo já bastante saturada, e a identidade precisa ocupar esse quadro sem disputar atenção com o cenário atrás dela. A saída foi um símbolo cheio em rosa neon com o nome do campeonato em tipografia condensada, sempre no mesmo eixo central, mais um padrão em blocos escalonados de roxo que separa a marca da key art em capa, tela de espera e peça de divulgação.

A saída foi um símbolo cheio em rosa neon, com o nome do campeonato em tipografia condensada logo abaixo, sempre no mesmo eixo central.
O padrão em blocos escalonados de roxo separa o símbolo da key art, funcionando como camada intermediária em capa, tela de espera e peça de divulgação.
Rosa e roxo definem os dois níveis de contraste do pacote: o rosa carrega marca e destaque, o roxo carrega estrutura e fundo.
As demais peças do pacote visual estão publicadas na galeria do projeto.
Os elementos de jogo que aparecem nas peças pertencem aos respectivos detentores de direitos. O material autoral aqui é a identidade, a interface de transmissão e o movimento.
BroadcastMotion/3DBrand
Um campeonato multi-game precisava servir Counter-Strike e Valorant sem refazer a identidade a cada modalidade. O BASE nasce como marca de série, com o logotipo em relevo tridimensional e um recorte laranja que corta o fundo escuro, e a arte foi construída em camadas para que placar, chaveamento e telas de escolha fossem montados sobre a mesma base. As telas de picks e bans compartilham grade, tipografia e ritmo de animação, mudando apenas o conteúdo que cada jogo exige.

A arte de fundo foi construída em camadas, para que placar, chaveamento e telas de escolha pudessem ser montados sobre a mesma base sem retrabalho.
Counter-Strike e Valorant escolhem mapas e agentes de formas distintas, então as duas telas de picks e bans compartilham grade, tipografia e ritmo de animação e mudam apenas o conteúdo que cada jogo exige.
O preenchimento em sequência acompanha a decisão das equipes, deixando visível o que já foi definido em cada etapa.
Bahia Gaming Series, picks e bans de Counter-Strike · Rafael Eugênio · elementos de jogo dos respectivos detentores de direitos
Bahia Gaming Series, picks e bans de Valorant · Rafael Eugênio · elementos de jogo dos respectivos detentores de direitos
Entre partidas, o chaveamento anima o avanço das equipes fase por fase e a tela de espera mantém o padrão em movimento contínuo.
O banner do estúdio fecha o pacote, aplicando o mesmo relevo em uma variação escura para peça de divulgação.
Bahia Gaming Series, chaveamento · Rafael Eugênio
Bahia Gaming Series, tela de espera animada · Rafael Eugênio
As demais peças do pacote de transmissão estão publicadas na galeria do projeto.
Os elementos de jogo que aparecem nas peças pertencem aos respectivos detentores de direitos. O material autoral aqui é a identidade, a interface de transmissão e o movimento.
BroadcastBrandMotion/3D
O Hype Series Bahia parte de tipografia pintada e textura de papel amassado, repertório de cartaz de rua trazido para dentro da transmissão. A paleta neon reúne turquesa, magenta e roxo, com versão de marca prevista para cada fundo, e as telas ao vivo mantêm contagem regressiva, placar e estatística legíveis sobre a textura. Identidade e pacote de transmissão produzidos no contexto da Predict Studio.

As faixas de seção usam a mesma pintura para separar assuntos na apresentação do campeonato, o que dá ritmo ao material sem depender de moldura.
A paleta define turquesa, magenta, roxo e um roxo quase preto, com versão de marca prevista para cada fundo e o hexadecimal registrado ao lado.
A faixa em rolagem contínua transforma o padrão em elemento de transição, mantendo movimento em tela sem competir com a informação da partida.
Hype Series, faixa em rolagem contínua · Rafael Eugênio
A tela de espera concentra a contagem regressiva em um bloco central, com a textura ocupando o resto do quadro.
A tela de MVP organiza as estatísticas em colunas fixas, para receber os números de qualquer partida sem ajuste manual.
As demais peças do pacote de transmissão estão publicadas na galeria do projeto.
Os elementos de jogo que aparecem nas peças pertencem aos respectivos detentores de direitos. O material autoral aqui é a identidade, a interface de transmissão e o movimento.
Depoimento 1 de 5: A identidade e o pacote gráfico deram à transmissão do campeonato presença de evento internacional. (Coordenação de eventos, WP Cup)
Contexto, pessoas, restrições e evidências.
Fluxos, arquitetura da informação, linguagem e prioridades.
Interface, identidade, motion, protótipo e implementação.
Testes, acessibilidade, documentação, QA e governança.
Trabalho com um sistema de agentes especializados em discovery, design, engenharia, conteúdo e qualidade. A IA acelera a execução; direção, critérios e responsabilidade continuam humanos.
2018–2020
Ensino de fundamentos e ferramentas de design gráfico, web, vídeo e 3D.
2020–2021
Responsável pela interface das transmissões e pela produção ao vivo de eventos.
2021–2025
Identidades completas, aplicações digitais e sistemas visuais para eventos e transmissões.
2025–atual
UX/UI e design de produtos para soluções B2B e governo, além da marca e do Design System da empresa.
Perfil
Comecei criando imagens, identidades e animações. Levei esse repertório para transmissões ao vivo, onde cada decisão precisa funcionar em tempo real. No produto digital, passei a organizar fluxos, regras e interfaces que sustentam operações inteiras. Hoje uso inteligência artificial para ampliar esse processo, com o julgamento humano dando a direção.
Sou designer porque gosto de tornar sistemas compreensíveis e experiências memoráveis. A formação em Game Design abriu o caminho para o 3D e o movimento, o broadcast ensinou ritmo, colaboração e decisão sob pressão, o produto digital trouxe profundidade de fluxo, regra e impacto operacional.
Hoje conecto esses repertórios em marcas e produtos que funcionam como um todo.
Vivo em São Luís, no Maranhão, aberto a colaborações remotas, presenciais e a projetos freelance, com foco em oportunidades globais.
Product design, UX/UI, discovery, análise de produto, prototipação, design systems, documentação, acessibilidade, implementação e AI product building.
Estratégia de marca, identidade visual, direção de arte, interfaces web, sistemas de aplicação e governança de marca.
Direção de broadcast, motion design, 3D, pacotes gráficos, live UI e narrativa audiovisual.
Figma · Adobe Creative Suite · After Effects · Cinema 4D · HTML/CSS · prototipação e implementação assistida por IA